Júlia levou a mão até o peito e correu na direção de Leonardo, que estava esperando o elevador.— Leonardo! — Júlia chamou, ganhando a atenção de muitos ali, incluindo a do homem, que se virou rapidamente para ela.— O que foi? — Leonardo perguntou preocupado, ao ver o estado dela, a respiração estava acelerada, olhos marejados e mãos suadas. — Você está bem? Está passando mal? — Leonardo perguntou, verificando a temperatura dela e sentindo a pele fria e úmida.Júlia segurou as mãos de Leonardo com força.— Você... Você não pode ir.— O quê? Por quê?— É que... Eu... Eu estou sentindo algo muito ruim, você não pode ir — disse ela, com lágrimas que ameaçavam cair, lembrando-se de todo o sofrimento que passou desde que ele desapareceu naquela época, a angústia e o medo de perdê-lo.Leonardo a abraçou e beijou a sua testa, acariciando o cabelo dela.— Calma. Nada vai me acontecer. Todos os que queriam nos fazer mal já estão ocupados demais tentando sair de seus próprios problemas. Além d
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