Júlia sentiu o coração bater forte e seus olhos se encheram de lágrimas, ao ouvir as palavras de Adrian do outro lado da linha.— Não... não, Por favor... eu imploro, não machuque ele! — Júlia suplicou, a voz saindo embargada e quebradiça. — Ver como você se desesperar de preocupação por esse bastardo apenas me dá mais vontade de acabar com ele de uma vez por todas — a voz de Adrian do outro lado da linha era fria, destilando um ódio puro e sombrio.— Não! Não o machuque, eu te imploro! Eu dou a você o que você quiser! — Júlia deixou as lágrimas caírem. — Eu ligo para o Gabriel agora mesmo, ele dará a você qualquer quantia, o valor que você desejar! Apenas não machuque mantenha ele!— Que bom que você se mostra disposta a negociar, Júlia. Isso facilitará muito as coisas para nós dois. Então, preste bem atenção no que vou dizer, pois não vou repetir: vá para casa agora mesmo, pegue a Dália e saia com ela, sozinhas. Não quero seguranças, não quero rastreadores. Pegue um táxi comum na
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