532. É UMA ARMADILHA
ALESSANDRO:Enquanto tomamos todas as precauções, a Lili prende o cabelo num coque na cabeça. O Rufo faz-lhe sinais para que se aproxime.—Lilian, ela vai tentar matar-te; tens de estar muito alerta. O Alessandro intervirá se precisares —pede-lhe, a olhar para a cicatriz na cabeça—. Agora repete-me o trava-língua.—Diz-mo aqui, Lilian —digo, mostrando o telemóvel preto—. Diz-o para que o telemóvel abra; não sei porque é que se voltou a fechar.—Se calhar é porque ficou sem carga quando andávamos lá em baixo —diz o Rufo sem deixar de observar a Eira.—Está bem, direi; vem —afastamo-nos um pouco mais de costas para todos. E a Lilian recita de novo o trava-língua.Dragão, dragão, glutãoE começa o triatloTrês, três, trinta e trêsDeu a volta ao contrárioGlutão, dragão, dragãoNada, monta, corre bemTrês, três, trinta e trêsE regressa outra vez.Dragão, dragão, glutão.Não te esqueças do trezentos e trêsA dar a volta outra vez.Vermelho, branco, negro éO que começa outra vez.—Funcio
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