Isla não conseguia se mover; estava meio nua diante dele, o coração disparado. Eram marido e mulher, e ainda assim, aquela intimidade parecia proibida, como algo que nunca deveria acontecer.A respiração de Gabriel acelerou, o peito subindo e descendo. Fazia muito tempo, muito tempo desde que tinha visto ela assim. E agora era como se ele nunca tivesse visto uma mulher tão bela quanto ela.No instante seguinte, ele a tomou nos braços, e o suspiro dela se quebrou em uma risada suave, os braços envolvendo instintivamente o pescoço dele. Ele a deitou com cuidado no sofá, sem jamais desviar o olhar do dela.Então, com mãos firmes começou a se despir. Primeiro, a gravata se afrouxou e caiu no chão. Depois, os botões da camisa, um a um revelaram o peito forte, liso e rígido. Os olhos dele queimavam nos dela, desafiando-a a desviar o olhar.Ela não desviou. E ele também não conseguiria. Não quando ele estava tão bonito.Quando por fim as calças e a cueca caíram, os lábios de Isla se entr
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