As mãos de Aurelian fecharam-se em punhos sobre o assento. — Meu Deus... você é incrível. Porra, perfeita demais.Ela aumentou o ritmo, a cabeça movendo-se em uma cadência constante, bochechas sugadas, língua pressionando. A saliva brilhava no membro dele. Os quadris de Aurelian começaram a se elevar em estocadas curtas e involuntárias, perseguindo a boca dela.— Mercy... eu não consigo, porra, eu preciso tocar em você. — Ele sibilou, a voz tensa. — Por favor... me deixa te tocar.Ela balançou a cabeça negativamente enquanto o mantinha na boca, os olhos fixos nos dele. A negação apenas o fez gemer mais alto.— Você vai me fazer gozar assim. — Ele alertou, com a voz rouca. — Estou perto... porra, perto demais.Ela sugou com mais força, levando-o ao fundo, a garganta trabalhando ao redor dele. Uma das mãos envolveu os testículos dele, massageando-os gentilmente. A combinação o quebrou.— Porra Mercy, agora—Ele gozou forte, os quadris saltando, derramando-se na garganta dela em
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