Após entrar no restaurante, Ana e Josephine seguem para a mesa reservada. O metre a elogiou, e a vampira não gostou muito, pelo que parece. Ela chegou a ameaçá-lo, e Ana ficou um pouco desconfortável com isso, resolveu perguntar.— Josephine, realmente, havia necessidade de ameaçar o rapaz?A vampira ri da pergunta de Ana. Ela o chama e não responde à pergunta com palavras, mas com ações. Na mesa, frente a ela, o rapaz se aproxima, sério e calmo!— Pedro, mais uma vez, boa noite. A minha convidada se preocupa com a sua vida, pensa que o matarei em breve. Pode respondê-la, por favor?Ana olha para ela, incrédula, e logo para o metre. Ele sorri e mostra as presas. Ela percebe que se preocupou erroneamente, logo dá um sorriso fraco e sem vida. Vampiros têm um humor quebrado e ela não se acostumará com isso tão rápido.— Senhorita, somos velhos amigos, sou o maître, também dono deste restaurante. Este andar é apenas para amigos e sócios, vampiros, claro, às vezes um humano ou outro, como a
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