Cap.116A parede fria do banheiro contra as costas de Katleia servia como o contraste perfeito para o calor vulcânico que emanava de nossos corpos. Eu a mantinha prensada ali, sentindo cada centímetro de sua pele vibrar sob a minha. O azulejo gelado fazia sua pele se arrepiar, e eu sentia cada pequeno relevo se marcando contra ela, enquanto a carne dela queimava contra a minha, após o primeiro extase.Com uma das mãos, lutei brevemente com o cinto e o zíper. O metal frio do botão contra meus dedos trêmulos foi um obstáculo quase insuportável.Finalmente, liberei minha ereção que pulsava, dolorida de tanta antecipação. O ar do banheiro, carregado de vapor e cheiro de cera derretida, tocou a pele sensível e eu quase gemi só com isso.Ela interrompeu o beijo por um segundo, mas não se afastou.Katleia desceu os lábios pela minha mandíbula, lábios macios, úmidos, quentes, distribuindo beijos suaves, quase reverentes, que me fizeram apertar os olhos com força.“Caralho, isso é tão bom...”
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