Ingrid Danielle… Eu me senti dentro de um filme de Missão Impossível. Denner e eu chegamos ao consenso de que seria melhor ele ir no porta-malas do carro do que no banco de trás. O meu insulfilm era um pouco claro e, certamente, alguém poderia vê-lo dentro do veículo — o que não seria nada apropriado. Denner sempre reclamou do meu carro, o que eu usava pela empresa Bawer, dizendo que aquilo era uma lata de sardinhas. Quando rompi meu contrato com a empresa, precisei comprar um veículo para mim, já que devolvi o outro — afinal, ele era do Vargas. Para desgosto de Denner, comprei da mesma marca e do mesmo modelo. Agora, sim, ele entenderia o que era andar em um carro apertado. O homem, bastante alto, precisou se encolher, ficar quase em posição fetal, para caber no porta-malas do meu modelinho pequeno e compacto. Ele saiu do carro emburrado, cismando que eu deveria ter vindo com o dele. Sim, a mala era imensamente maior e, na verdade, ele poderia vir na parte de trás do carro; era es
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