Na clínica, Vanessa começou a sentir o peso do jogo perigoso que sempre jogou. Ainda assim, sua teimosia e orgulho a impediam de admitir o quão vulnerável estava naquele momento. Ela sabia que Gabriela não era de blefar, e que, se não agisse rápido, poderia perder o controle de toda a situação.De volta ao presídio, Gabriela decidiu intensificar a pressão. Com a ajuda de uma detenta que tinha acesso a um celular clandestino, ela enviou um vídeo curto, gravado em tom ameaçador, para Priscila. No vídeo, Gabriela dizia com todas as letras:“Priscila, eu não estou brincando. Avise à sua amiga Vanessa que o tempo está correndo. Ou ela manda o dinheiro que eu pedi, ou eu coloco tudo à tona. A última coisa que ela vai querer é que eu abra a boca e mostre as provas que tenho. A escolha é dela. E, desta vez, não tem como fugir.”Priscila recebeu o vídeo e, mesmo contra sua vontade, se sentiu obrigada a mostrá-lo para Vanessa na próxima visita. Quando Vanessa assistiu ao vídeo no celular escond
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