Layla Assim que cheguei em casa, chamei por Viyan, esperando ouvir qualquer resposta, qualquer movimento que indicasse que ela estava ali, mas o silêncio que veio em seguida foi imediato e pesado, como se algo estivesse fora do lugar. Subi rápido, já sentindo aquele aperto no peito crescer de forma incômoda, e fui direto até o quarto dela, abrindo a porta com mais pressa do que deveria, apenas para encontrar o espaço vazio. Aquilo não era normal. Continuei andando pela casa, passando por cada cômodo, chamando mais alto, tentando manter a calma, mas a ausência dela começou a ganhar forma, deixando de ser apenas um atraso e se tornando algo concreto demais para ignorar. Peguei o telefone, mandei mensagem, esperei alguns segundos, depois liguei, mas não houve resposta, e foi exatamente nesse momento que o desespero começou a tomar conta.Saí de casa praticamente correndo, sem pensar duas vezes, e fui direto até a clínica onde ela costumava ser atendida, porque era o único lugar onde eu
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