Pov Angel A postura dele mudou. O padre arrogante deu lugar ao homem possessivo. Ele avançou na minha direção a passos firmes, e a cada passo que ele dava, eu recuava um, até que as minhas costas bateram com força contra a porta do quarto. O André colou o corpo dele no meu, eliminando qualquer espaço entre nós, me prensando ali. O cheiro dele me invadiu e o deboche morreu na minha garganta. — Foda-se o seu namorado, Angeline — ele sussurrou, a voz descendo uma oitava, os olhos fixos na minha boca enquanto eu sentia o peito dele subir e descer contra os meus seios. Não dei tempo para mais nada. Avancei na boca dele — ou ele avançou na minha, eu já não sabia mais —, e nos entregamos a um beijo faminto, violento, daqueles que tiram o chão. Enrosquei minhas mãos nos cachos dele, puxando-o para mim com toda a raiva e o tesão acumulados daquelas semanas de jejum. Ele me segurou pelas coxas, me suspendendo contra a parede, e eu entrelacei as pernas na cintura dele, sentindo o volume ríg
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