Esperei que as luzes se apagassem, retida em minha cama, esperei enrolada em meu edredom, atenta à penumbra do corredor. Já se passou, das nove da noite, meus pais deviam ter finalizado o vinho que tomam, sempre após o jantar. Alguns minutos depois eu pulei da cama para ver as luzes finalmente apagadas, coloquei minhas botas e meu casaco, meu coração batia acelerado em antecipação com a noite, não era todo dia que se perdia a virgindade. Esperei alguns minutos antes de descer para o quarto, fui sorrateiramente amarrada à porta e quando tentei virar o dedo vi que estava trancada. Mas isso não me impediria de escapar, esta noite era inegável. Coloquei minha própria cópia da chave e virei a maçaneta, abri a porta com todo o cuidado para não fazer barulho e quando me vi na beira da rua meu coração ficou eufórico, pulou descompassado, quando vi o sedã preto estacionado do outro lado da estrada. de Scott. Atravessei a rua com as mãos tremendo de empolgação, ele destravou
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