VI

FRIEDRICH DURLLAND SE LEVANTOU DA CAMA COM DISPOSIÇÃO PARA CORRER E ASSIM O FEZ. O dia parecia decidido a colaborar com o humor dele e, ele assim previu ao acordar, o sol daquela manhã seria o indicativo de paz e harmonia. Voltou para casa, tomou café junto com os funcionários da residência e depois recolheu-se ao escritório para preservar o hábito de ler as notícias. Deu “olá” para o retrato da esposa, acomodou-se em uma poltrona, pôs os pés em uma banqueta e pegou o tablet. Sorria enquanto observava notas sobre a trivialidade dos famosos e continuou de bom humor diante das colunas sobre política. Deslizou mais algumas telas até uma certa imagem chamar sua atenção.

Analisou-a e arregalou os olhos.

Atualizou a página um par de vezes como se isso fosse fazer os pixels sumirem e desfazem o estrago na vida real. “Ele n

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