Mundo ficciónIniciar sesiónRosemary ou Rose, como prefere ser chamada, mora em um convento desde seus onze anos de idade. Com uma mãe extremamente religiosa a menina não vê uma saída daquele lugar cheio de regras ou daquela vida extremamente chata e tediosa. Até que em uma brincadeira entre amigas, acidentalmente acabam chamando a atenção de um demônio. Agora a garota descrente se vê completamente perdida ao ficar cara a cara com um demônio e esperar que ele apareça toda noite em seu quarto.
Leer másNathaniel segurou a mão morna de Rose. Estava soada, mas ela não estava tremendo. Ele não sabia em que momento sua garota tinha deixado de ficar apreensiva com o resultado da transformação, mas ali estava ela. Colocando seu medo de lado e aceitando seu destino. Se daria certo, eles não sabiam. Mas Rose tinha aceitado e ele iria fazer o mesmo. Nada iria separa-los. Nathaniel a puxou para seus braços e fechou os olhos, se concentrando e deixando que seus corpos se movessem no tempo. Era a primeira vez se teletransportarva com Rose. Não queria arriscar voar e ser emboscado pelos anjos. Ele não confiava nem um pouco em Miguel, então teria que arriscar se tele transportar. E ele tinha a vaga impressão de que Glinda garantiria que eles não tivessem problemas. Assim que seus pés tocaram a grama macia ele sorriu. Se
Ponto de vista 3° pessoa Com um suspiro resignado, Nathaniel e Rose se prepararam para partir. Cada um perdido em seus próprios pensamentos e medos. Não tinha mais para onde correr. Cada escolha, cada ação, os levara até aquele momento e agora precisavam encarar de frente. Era o tudo ou nada. Rose se separou dos rapazes por um momento e subiu as escadas com o coração aos pulos. Ao chegar à frente da porta do quarto de Brenda, seu coração se apertou. Sua amiga ressonava tranquilamente em cima da grande cama. Seu pequeno corpo estava enrolado como um casulo no grosso lençol. Tão calma e completamente indefesa... Rose, pode sentir as lágrimas inundarem seus olhos e atrapalharem a visão que era Brenda dormindo. Podia ser a última vez que veria sua melhor amiga. De r
— Isso foi... - murmurei encarando o homem negro a minha frente. De repente ele não era tão bonito assim, pois eu sabia qual era sua verdadeira face. E aquela casca não chegava aos pés da verdadeira beleza de Miguel. — Cruel. - completei engolindo em seco e desviando meu olhar para Nathaniel que me encarava meio perplexo. — Isso não é uma verdadeira piada? Eu era um anjo. Cai ao cobiçar o amor e Deus em sua infinita misericórdia não deixou que eu me transformasse em demônio, mas permitiu que eu sofresse com mortes dolorosas sempre que eu estava prestes a descobrir o amor. - não consegui segurar o desprezo em minha voz ao deixar aquilo sair. Eu ainda conseguia sentir a dor das mortes em meu corpo. Porém, o rosnado que veio de Miguel me alertou que ele não gostou nem um pouco das minhas palavras. — Então... você que
Os olhos prateados do homem, não era nem o mais impressionante. Eram suas asas brancas que chamava toda a minha atenção para ele. Eram gigantes como as de Nathaniel, e lindas. Nunca, em toda minha vida, imaginei uma coisa daquelas. Ao mesmo tempo em que parecia ser macia, dava a impressão de que furaria minhas mãos como facas se eu as passasse ali.O homem anjo era negro, seu rosto quadrado o deixava com uma aparência severa e mortal. Suas sobrancelhas grossas estavam franzidas em nossa direção e seus lábios generosos estavam comprimidos um contra o outro. Automaticamente eu tive a certeza de que definitivamente não queria conversar sozinha com ele. Tinha a impressão de que ele não era uma figura sarcástica ou amigável como Glinda e que na primeira oportunidade iria decepar minha cabeç





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