Amara permaneceu ali, plantada na calçada, o peso da humilhação caindo sobre ela por mais de duas horas. A espera pelo motorista que a buscaria se mostrou em vão; ele nunca apareceu. Foi quando Amara percebeu a verdadeira extensão da raiva de Donald. Aos poucos, com o coração apertado, ela começou a caminhar pelas ruas da cidade, desolada, as lágrimas traçando caminhos quentes em suas bochechas.
Os olhares curiosos das pessoas a acompanhavam, notando a tristeza estampada em seu rosto. Amara, a