Estar em seus braços era como um remédio para a dor, como um cobertor quente em dias de inverno, era tão bom quanto eu lembrava.
Ele abriu a porta e a empurrou com o pé, seguindo até a cama, onde me colocou com todo cuidado. Seu rosto estava tão próximo do meu, e o perfume dele entorpecia meus pensamentos. Sem pensar, toquei de leve o seu rosto; ele fechou os olhos por um instante, mas logo se afastou.
— Vou pedir para Lina trazer um lanche para você — disse, claramente como desculpa para mante