Capítulo 25 — O Galpão

O relógio marcava pouco depois das dez da noite quando o carro preto atravessou os portões do antigo galpão.

Mauro foi retirado do banco traseiro com as mãos amarradas. O jardineiro, que durante quinze anos circulou livremente pela mansão Vasconcelos, agora tremia da cabeça aos pés.

Lorenzo caminhava logo atrás.

— Cuidado com ele.

— Sim, senhor.

Os homens conduziram Mauro até o centro do depósito.

O lugar era frio, iluminado apenas por refletores presos ao teto de metal.

Ali não existiam janela
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