Os portões do parque de exposições de Uberaba erguiam-se imponentes diante da caminhonete da Fazenda Luzes da Aurora.
Bandeiras de diversas associações rurais balançavam ao vento, enquanto caminhões boiadeiros entravam e saíam sem parar, trazendo animais de genética reconhecida de todas as regiões do país.
O lugar respirava agronegócio.
O cheiro característico de feno, serragem, couro e café recém-passado misturava-se ao burburinho constante de criadores, veterinários, tratadores e compradore