— Presumo que é hora de almoçar, não é? — pergunta ao se levantar da sua cadeira, em seguida me dá um beijo, me abraça e começa a me apertar acariciando meu corpo.
— Acho melhor a gente parar, a Victória está aí fora e aposto que ela vem aqui — falei e tirei as mãos dele que se encontravam por baixo da minha saia. Quando fechei a boca, ela bateu na porta.
— Entre Victória — Rodrigo fala em um tom irônico.
— Eu posso falar com você a sós? — Ao dizer isso, Victória me olha com sarcasmo.
— N