Mundo ficciónIniciar sesiónCatarina
Espero o início da tarde, quando o quarto costuma ficar vazio, sem médicos nem enfermeiras perambulando por ele. Tiro os acessos do meu braço, com cuidado, pego a roupa que o canalha deixou aqui e sigo, confiante, fingindo ser uma simples visitante do hospital. Não encaro ninguém nos olhos e não vacilo, em nenhum momento, para não dar chance de ser interpelada.
Quando dou o primeiro passo para fora do hospital, volto a respirar