Mundo ficciónIniciar sesiónAgarro a maldita coleira e a levo até o pescoço. Meu coração esmurra a caixa torácica, protestando contra a ideia de se entregar de bandeja a Marco; consigo escutá-lo com precisão, desgovernado como um trem fora dos trilhos. Meu corpo reconhece a joia, o colar de esmeraldas. O mais perturbador nisso tudo, porém, é perceber que eu gosto de usá-la, e ele sabe disso. Mesmo tentando disfarçar, vejo em seus olhos o meu pr







