Taylor olhava Sarah da escada, a confusão entre os empregados, o corre daqui e dali, mas ele apenas desceu as escadas como se nada estivesse acontecendo, então era isso que ela seria.
— Chame a ambulância. Uma das funcionárias gritou, o segurança já estava com o telefone no ouvido ligando, Taylor desce a escada milimetricamente, degrau por degrau, vai até o pescoço de Sarah medindo os seus batimentos, claro que eles estavam um pouco elevados, mas pelo menos ela está viva.
— Senhor, o que vamos