Faz um gesto indicando para eu passar em sua frente.
Vamos almoçar meu bem.
Saio pelo corredor com passos trôpegos, acompanho Hafiq até o carro estacionado na frente da galeria, ele abre a porta e eu me sento, olho para o lado e o filho da puta parece alegre pelo efeito que sua demonstração de poder acabou de provocar.
Ele dirige em silêncio, por vezes me olha, observando minha reação.
A raiva cresce dentro de mim, uma sensação física de cólera, ele não sabe, mas está abanando um lenço vermelho