ANTÔNIA
Hafiq deita em cima de mim, o rosto enterrado em meu pescoço, provocando-me com a língua, lambendo a minha orelha, mordiscando com vontade.
Ainda tenho medo, medo de não sentir nada, medo de ter sido estragada pela vida, as carícias aumentam com as palavras de desejo, os beijos úmidos e torturantes.
O medo se dissipa rapidamente, agora só sinto o tremor da surpresa, é algo difícil de entender, mas é um turbilhão d