POV Tessa
Janeiro, 2026.
A porta da cozinha se abriu.
Graças a Deus.
Porque, sinceramente, eu devia estar com algum problema sério.
Aquele homem tinha acabado de brincar com uma coisa que tinha me destruído por dentro.
Tinha me feito imaginar a pior coisa possível.
Tinha me deixado apavorada.
E o que eu estava fazendo?
Quase beijando ele.
Claro.
Porque aparentemente meu cérebro tinha decidido tirar férias justamente quando eu mais precisava dele.
Eu podia estar com raiva.