POV Tessa
Janeiro, 2026.
Quando Noah segurou minha mão durante a ultrassonografia, eu soube que deveria afastá-la.
Era o que eu vinha tentando fazer.
Manter distância.
Criar limites.
Me proteger.
Mas, quando se tratava do nosso filho, eu tinha tomado uma decisão.
Eu deixaria Noah se aproximar.
Deixaria que ele vivesse aquilo comigo.
Porque aquele momento era único.
E, se eu impedisse Noah de viver aquilo por causa do que tinha acontecido entre nós, tinha medo de olhar para