Acordei com o som do vento.
Não era um vento forte.
Era daqueles que passam devagar entre as folhas, quase como se estivessem conversando com elas.
Abri os olhos lentamente e encontrei Rintaro ainda dormindo ao meu lado. Durante alguns instantes permaneci imóvel, observando o céu claro entre os galhos das árvores. A fogueira havia se transformado em um pequeno monte de cinzas, e o frio da manhã fazia o ar parecer mais limpo do que nos dias anteriores.
Sorri sozinha.
Durante muito tempo