Jay Franklin
Eu me senti mal quando a deixei na porta do prédio.
Era uma sensação estranha, incômoda, um aperto desconhecido no meio do peito, um vazio no estômago. Tanto que eu precisei, urgentemente, conversar com alguém antes que aquela sensação me sufocasse. E foi assim que liguei para o Paul.
Eu ia até a casa dele, mas ele já estava na rua. Então, nos encontramos em um barzinho discreto, meia-luz, próximo de onde ele morava. Pedi um uísque duplo assim que sentei. Eu nunca fui do tipo que