Bruno
Depois de uma noite de plantão, estou exausto. Não vejo a hora de chegar em casa e me jogar na cama. Saio do quartel e vou até a garagem. Vejo um carro preto chegando e estacionando. A porta se abre, e reparo bem para ver quem é. Me deparo com o miserável do Fábio. Ele vem andando na minha direção. Passa pela minha cabeça estourar a cabeça dele, mas me controlo.
—Bruno, o tão temido Bruno. Quanto tempo! — cumprimenta ele, com um sorriso provocador.
—Fala, parceiro. Então voltou mesmo