Mundo de ficçãoIniciar sessãoRudá encarava seu reflexo no espelho, em silêncio. Estava no quarto de Elis, no qual havia dormido na noite anterior, e eles se arrumavam para o enterro de seu pai.
Enterro. A cada vez que pensava nessa palavra, sentia o corpo arrepiar. Até aquele momento, ainda não era real, definitivo, mas ali seria. Seu pai seria sepultado, teria o corpo coberto de terra e pedra, e Rudá nunca mais veria o homem que o havia criado e dado