No fim, eu voltei para a Mansão dos Alves.
Eu tinha cuidado de Antônio por muitos anos.
Quando ele passava mal durante a noite, ninguém além de mim sabia exatamente como lidar com a situação.
Quando entrei no quarto, Henrique estava ao lado da cama.
As mangas da camisa dele estavam manchadas de remédio.
Assim que me viu, Henrique se levantou e abriu espaço.
A testa de Antônio estava coberta de suor, mas ele segurava minha mão com força e murmurava com dificuldade:
— Luana... não vá embora...
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