Antediluviano

Dara olhou para o enorme quadro que adornava a parede sobre a lareira. Nele havia a pintura, feita a tinta óleo, de uma construção monumental esculpida nas pedras da montanha coberta por neve. Ao fundo, as nuvens cobriam o que provavelmente era uma torre que seguia rumo ao céu. Os cantos da armação do quadro estavam puídos pelos anos de existência. Rose aproximou-se, trazia consigo dois cálices dourados cheios de sangue. A vampira parou ao lado de sua hóspede, entregando-lhe uma das bebidas enquanto também dirigia sua atenção para o quadro.

— É uma prisão. — Rose relatou, se referindo à construção na pintura. — No passado prendiam aí todos aqueles da nossa espécie que iam contra nossas leis. Ao menos é isso que dizem. — A vampira saboreou o líquido da taça antes de prosseguir. — Ganhei ess

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