Mundo de ficçãoIniciar sessãoAtravessaram a cidade de um lado para o outro. Uma longa caminhada, até que chegaram à casa da princesa. Como de costume o homem de branco ficou na esquina. E o rapaz foi bater palmas uma vez e novamente. ─ Já vou. ─ Gritou uma voz feminina. ─ Abriu a porta e era a própria.
─ Sísifo? É você mesmo? Nossa! Quanto tempo. Estava morrendo de saudades. ─ Veio depressa e deu lhe um abraço. ─ Há muito tempo queria saber onde você estava. Como me achou?
─ Não







