CAPÍTULO 167 — INVASÃO SILENCIOSA
O núcleo continuou ali.
Pequeno.
Quase invisível às vezes.
Mas persistente.
E talvez exatamente por isso…
a entidade mudou novamente.
Ela parou de tentar esmagar diretamente.
Parou de insistir em colapso imediato.
Parou até mesmo com parte das manifestações físicas mais agressivas.
Agora…
ela começou a entrar pelo silêncio.
E aquilo foi muito mais perigoso.
Porque o silêncio excessivo depois de tanto caos cria vulnerabilidade estranha.
O cérebro humano começa a