Mundo de ficçãoIniciar sessãoLevantei rapidamente e quando ergo o olhar para conhecer o dono da voz não passava de um adolescente idiota e que não parava de rir.
—Idiota — resmunguei e ele riu mais um pouco.— Você tinha que ver a sua cara — falou entre risos e com a mão na barriga. Ora, que maravilha ele falava português.— Nem foi tão engraçado assim.