Mundo de ficçãoIniciar sessãoEstou deslizando o dedo pela borda da xícara desde que terminara meu café, um tique nervoso expressando a necessidade de precisar fazer algo para distrair, mesmo que quase nada, uma mente perturbada quando o assunto é sério e o venho evitando por vários dias. Nos calamos, mas mantemos os olhos fixos um no outro e mesmo com a pressão intensa vindas do mortal, é como se um peso saísse dos meus ombros. Agora ele sabe. Ele sabe e ainda está aqui.
Vozes bai