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Khrona, 1722.

☆Layla Dominic☆

Eu já estava dormindo quando ouço batidas desenfreadas na porta do quarto. Levantei rapidamente para impedir que Adrien acorde. Abro a porta totalmente sonolenta e me deparo com Afonso. Eu não consigo nem pensar em nada porque sou agarrada por ele e beijada à força.  Meu reflexo de gritar foi totalmente vetado; Afonso estava implacável.

Por quê?

O beijo era quente, possessivo... Mas era errado. E pelo gosto em sua boca ele não está em total sanidade. Consigo criar forças e afastá-lo de mim. Encaro seu rosto exalando todo meu descontentamento sobre sua atitude. Acabo esbofeteando seu rosto com toda a força que eu tinha no momento, mas logo me arrependo.

Eu não sou assim. Eu não bato nas pessoas. Começo a sentir um turbilhão de emoções e a minha única saída é entrar e fechar a porta do quarto. As lágrimas escorrem pesadas e quentes sobr

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