Mundo ficciónIniciar sesiónA alma poeta vive uma eterna dicotomia em que, frequentemente, exalta a alegria, mas ao mesmo tempo sente no fundo uma doce melancolia; canta o amor em prosa e verso e, nas noitadas de botequim, versos de dor e de sofrimento balbucia; transita constantemente pela antítese e por mais antíteses vai, ora se inspirando no belo, ora no feio, noutras vai do bom ao mau ou do alegre para o triste, sente o amor e, muitas vezes, debat