Natália estava na calçada, de frente para o carro que havia acabado de estacionar, erguendo os ouvidos, tentando identificar quem estava ao volante pelo som.
A chuva fina da manhã caía suavemente em seu rosto, e ela só podia perceber a fraca luz através da cortina de chuva, sem conseguir distinguir qualquer detalhe.
As gotas de chuva caíam em seu guarda-chuva, produzindo um leve som de pingos, misturando-se ao ruído de fundo da rua. Sentia a luz tão próxima, quase ao alcance, mas inatingível,