CAPÍTULO 43. Um inferno personalizado
O mundo de repente escureceu, como se ele não pudesse ver, ouvir ou sentir nada além do choro daquele bebê. Connor nem viu para onde ia, os corredores que descia ou as portas que passava, ele só sabia que atrás do último que empurrava estava... ele.
A sala era um azul muito pálido, com pequenas nuvens brancas pintadas nas paredes. Era pequeno, aconchegante e quente, e no meio era um berço de madeira no qual um bebê, com apenas alguns meses de idade, podia ser visto chutando suavemente no ar.
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