Ele me olha de cima a baixo, ajusta a gola do terno e responde com uma cordialidade ingênua:
— Boa noite! Sim, estou indo sozinho, sim
sou primo da Sabrina, minha noiva acabou tendo um imprevisto de trabalho de última hora e não pôde viajar comigo, então acabei vindo sozinho para a igreja e agora vou para a festa.
— Sinto uma onda de triunfo percorrer a minha espinha, mas mantenho a fisionomia perfeitamente ensaiada de desespero e constrangimento, levando a mão ao peito como se estivesse diant