Estava na varanda olhando a vista, quando a maluca apareceu.
— Mayli por que você não dá uma chance ao Ede?— perguntou Tereza.
— Ele é carinhoso; atencioso; inteligente e o melhor de tudo: um gato, mas não quero!— sentei no sofá da sacada. — enquanto bebia uma xícara de café quente com leite, falei revoltada: — O indivíduo está dando em cima de mim como um desesperado, desse jeito, não dá minha amiga.
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