Esperou que Davy se fosse embora e depois ficou a olhar para o chá preto na mesa de café. A sua forte fachada finalmente cedeu e desfez-se. Não conseguiu provar o chá. Tanto a temperatura como o sabor eram os preferidos de Mark. Ele bebia-o a toda a hora. Ela deitou-se na secretária do escritório e chorou, mantendo a voz tão suave quanto possível, mordendo o lábio até lhe sair sangue dos lábios.
Mark, por favor, volta? Não vou discutir mais contigo e não te vou deixar mais zangado...
Mark, não