Eu não sei o que fazer com o meu pai, ele falou pouco para me jogar nos braços do senhor Lumière.
-É nessa rua?
Ele pergunta dirigido.
-Sim, vire a direita e logo você vai ver o orfanato. Falo séria.
-Não precisa ficar com essa cara amarrada. Ele fala e olho para ele.
-Cara amarrada?
-Sim, dês de quando saímos da sua casa você está assim. Ele fala naturalmente.
Olho meu rosto no retrovisor do carro e percebo que realmente estou como ele falou, tento mudar minha feição.
-Minha filha gosta