CAPÍTULO TREZENTOS E NOVENTA E TRÊS — SEM NOTÍCIAS.
VICTOR BALTIMOR.
Permaneci parado por alguns segundos olhando para a estrada, minha respiração estava descompensada, minhas mãos estavam tremendo. Eu estava me perdendo no desespero. Fechei os olhos e me obriguei a me acalmar.
“Calma, Victor. Não é hora de desespero, Elisa e os bebês precisam de mim. Se eu perder a cabeça agora… posso perdê-los para sempre.”
Olhei para os homens que estavam perto de mim e falei:
— Vamos para a sede da minha empresa aqui na cidade. Vou comandar tudo de lá.
Eles