Capítulo 156
Téo entrou na sala com a mente distante, sentou, pegou uma caneta e uma folha. Ouviu a porta abrir e fechar.
— O senhor chamou?
Ergueu os olhos e no meio do caminho, arqueou uma sobrancelha. Apoiou a caneta sobre a mesa e cruzou os braços.
— Ela deve valer muito a pena — disse olhando para o secretário.
— Senhor?
Apontou com o queixo.
— Para você ter chegado à minha sala nesse... estado deplorável.
Abaixou os olhos e viu o volume evidente marcado na calça.
— Meu Deus! Eu... eu sin