Seu olhar escure no meu o tornando dolorosamente lindo.
—Por quê? Está tão boa a nossa conversa. Relaxe.
—Eu preciso trabalhar.
—Se eu estou dizendo que está tudo bem. Está tudo bem.
—Príncipe, não se ofenda. É que tem muita coisa para fazer.
Ele desliza a mão no meu braço, seu olhar fixo no meu. Meu corpo se arrepia inteirinho.
—Você tem medo de mim Jade?
Morro! Mas não é sua posição que me assusta, e sim como meu corpo reage ao dele.
—Não, claro que não.
Ele dá um sorriso lento, predador...