MÁFIA: Livro 1 - Muerte e a Rainha das Armas

MÁFIA: Livro 1 - Muerte e a Rainha das ArmasPT

Renata Ávila  Completo
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Resumen
Índice

Todos conhecem e contratam o assassino misterioso e competente, que costumam chamar de Muerte, mas ninguém imagina que ele na realidade é uma boxeadora que parece não se envolver nos assuntos que rondam toda sua cidade, e fazem parte da história de sua família. Ela consegue se resguardar de disputas e ameaças, com o auxílio de seus melhores amigos, e funcionários. Ao menos até que conhece Gael, braço direito de uma líder de cartel que tem ameaçado a soberania masculina neste meio. Com personagens femininas poderosas, o primeiro livro da série "MÁFIA", nos traz a vida de três mulheres: Uma assassina com passado obscuro, uma traficante de armas poderosa, e uma líder de cartel promissora e inteligente. Quando seus destinos se cruzam, o mundo muda e o status atual dos homens brancos cis cai por terra.

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19 chapters
BÁRBARA
Bárbara achava divertido se imaginar vivendo outras vidas, sendo outras pessoas, em outras famílias, onde tudo era comum e aborrecido.Uma vida pacata, sim, como costumava imaginar que pessoas que passavam por ela nas ruas ou sentavam ao seu lado no balcão da padaria para tomar café, tinham. Um trabalho das 9 às 6, uma casa ou apartamento financiados, carro popular quando muito. Talvez um marido ou esposa, até alguns filhos, essa era a vida comum que às vezes imaginava para si. Ao mesmo tempo em que tinha esses pensamentos, ria de si mesma, jamais conseguiria levar uma vida comum, não com a “família” que tinha. Não, tudo o que poderia esperar em sua existência era caos e ação, turbulência incessante. Era a própria responsável por isso,
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GAEL WALSH
-Você acha que eles aceitarão sua presença lá?-Aceitar? Mas do que você está falando Gael? - Angela riu divertida brincando com os gelos de seu copo de uísque. - Eu domino um território muito grande para depender da aceitação de velhos brancos e antiquados.-E criminosos, não se esqueça disso. - Ele a olhou preocupado, ela costumava ser ousada, e isso era bom para os negócios, mas se enfiar no meio de todos os chefes era mais ousado do que seu normal.-Eles não fazem nada durante as lutas, estará cheio de policiais, há um acordo tácito de não ataque entre eles. Dizem que o tal Muerte tem seu contato lá. Quem sabe não conseguimos descobrir quem ele é?Leer más
EU SÓ QUERIA DESCANSAR
A luta foi boa, Bárbara se olhou no espelho do vestiário e riu das marcas que já se tornavam roxas, espalhadas pelo abdômen e o olho inchado. Não que gostasse de sentir dor, ou se ferir, mas havia levado aquela, e os ferimentos não eram graves, nada que gelo e um bom prato de comida não resolvessem.Tirou o short e o top, e entrou embaixo da água quente do chuveiro, tomou um banho demorado e saiu do chuveiro enrolada em uma toalha, Guilherme entrou no vestiário com bolsas de gelo e curativos, ela vestiu a roupa de baixo e ele se aproximou fazendo um sinal para que deitasse no banco de madeira em frente a pia.-Como se sente?-Ótima! E você? Por que parece preocupado, ganhamos! - Riu e fez uma careta quando ele iniciou a limpeza do superc&iacu
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VESTIÁRIO
Barbara parou seu carro no que era um vazio estacionamento, não parecia o mesmo lugar do dia anterior, mas normalmente o pequeno ginásio onde as lutas se realizavam era daquela forma, vazio e silencioso. Desceu indo direto para a sala da proprietária, ou melhor, a mulher contratada para ser proprietária. A verdadeira dona era a própria Bárbara, a mulher responsável pela administração, e por responder por todo o lugar era Érica, uma velha amiga dos tempos de infância de Bárbara. Sua família costumava gerir, desde muito tempo, o ginásio/clube de treino e competições, mas o irmão de Érica bebeu e jogou tudo o que tinham, inclusive aquele espaço, a lutadora soube, pagou as dívidas e comprou o lugar, por um bom preço, com a única condição de
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ALVO PRIORITÁRIO
Acordou cedo e tomou um banho quente, estava frio, uma chuva congelada caia lentamente lá fora. O dia perfeito para ficar em casa, descansando, alguém como Bárbara, com a vida ganha, poderia se dar esse luxo, então vestiu roupas confortáveis, ligou uma música alta e pesada, e começou a limpar armas e afiar facas, todas guardadas no fundo falso dos armários da cozinha, Não eram muitas, ela não era do tipo que colecionava armas, apenas tinha instrumentos de trabalho que precisavam atender suas necessidades, e estar bem conservados.Desmontava algumas pistolas quando seu telefone tocou pela primeira vez naquele final da manhã, eram as últimas a ganharem sua atenção, dava prioridade às facas e armas mais potentes, mas as pistolas também quebravam um bom galho. A primeira ligação que rec
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HÁ ALGO ERRADO
Érica raramente demonstrava nervosismo ou preocupação, fazia o que era preciso, quando era preciso, se surgissem problemas, ela os resolvia com facilidade, era sua função, a dominava muito bem. Por isso Bárbara a chamou para ser seu braço direito, porque era controlada e eficiente, era de confiança. Então, quando ela demonstrava agitação, todos a levavam a sério, nessa noite sentia que algo estava errado, precisava alertar a amiga, precisavam se preparar.Ela estava em sua sala, o lugar onde passava a maior parte do tempo, todos os dias, cuidando da academia de fachada, com alunos, patrocinadores e organização de lutas, e também dos negócios mais lucrativos e complicados, a administração dos clientes e trabalhos da Muerte. Guilherme esperava Barbara em frente a porta da frente do pr
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ESTEBAN CARRERO
Cinco dias depois da conversa com Érica, Bárbara estava sentada em uma camionete preta grande, blindada e com vidros escuros. Observava com binóculos o interior de um restaurante, já era o terceiro dia que fazia isso, Esteban Carrero vociferava com alguém aterrorizado atrás de um balcão, apontava o dedo para o nariz de seu interlocutor, não conseguia ver muito bem quem era, mas imaginava ser o gerente, funcionário de Carrero e alvo habitual de sua fúria, aquele era um de seus restaurantes.O mafioso saiu pouco depois, acompanhado de dois seguranças imensos, Carrero era um homem baixo e forte, parecia ainda mais baixo no meio dos dois brutamontes que trabalhavam para ele. Ela já sabia para onde ia, a rotina diária dele era essa, passar em seus estabelecimentos e perturbar a todos que trabalhavam para ele, mas naquele
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VOCÊ É INTOCÁVEL
Bárbara já sentia que o capítulo Gael havia acabado em sua vida, foi bom, e seria sempre uma ótima lembrança, mas não havia possibilidade de continuar, ele corria riscos, ela não se exporia tentando defendê-lo, não se a vida de seus amigos fosse colocada em risco por conta dessa exposição. Por mais que houvesse algo ali, aquele sentimento que poderia virar amor, não valia a pena se arriscar, e arriscar aqueles que já amava, por causa disso.Foi treinar normalmente, se fosse mesmo atacar os alvos encomendados, não precisaria de pesquisas e tocaias. Então resolveu aproveitar seu tempo para pensar na vida, treinar, e claro, esperar que Angela e Gael desaparecessem.Guilherme a esperava para o treino, ela entrou tentando disfarçar a tristeza, trocou de rou
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UMA PERGUNTA APENAS
Gael deu dois dias para ela, como não ligou, e não deu sinal de vida, no terceiro dia resolveu que já era hora de procurá-la, as ameaças estavam mais perigosas, ele mandou uma equipe de homens seus investigar e descobriu que o complô para derrubar Angela era maior do que haviam imaginado. Recebeu também uma ligação de Érica, dizendo que haviam diversos assassinos contratados para dar cabo deles. Se possuíam algum plano de fuga, deveriam agir logo, ele não compreendeu bem porque a mulher que trabalhava para o Muerte os estava informando, mas desde que ela não estava mentindo, e que as coisas que dizia poderiam ser comprovadas, acreditava e agradecia a boa vontade dela.Seus planos iniciais, de convencer Bárbara a fugir com ele, deveriam ser antecipados, e um pouco modificados também. Claro, tudo dependeri
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ANGELA SÁNCHEZ
Ser uma mulher latina não costuma ser fácil em qualquer lugar, mas no ramo de negócios de Angela, as coisas poderiam ser ainda mais difíceis. Era um ambiente tradicionalmente machista, mulheres prostituídas ou excluídas dos negócios. Essas mulheres, qualquer uma delas, poderia fazer um trabalho excelente, tão bom quanto, ou até mesmo melhor, do que os homens que comandavam 99% das famílias do tráfico nos países americanos do norte e sul.Ela tinha certeza disso, porque era uma dessas mulheres subestimadas, tratadas como inferiores apenas por serem mulheres, destinadas a vestir roupas bonitas e acompanhar seus homens em eventos sociais. O que era engraçado, na realidade irônico, pois se ela, uma mulher jovem que não cresceu naquele meio, conseguiu transformar o que era praticamente uma boca de fumo, em um
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