O Dia Que Descobri O Amor

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Resumen
Índice

A vida sem WiFi, televisão, cinemas e festas, para muitos, é um grande castigo, mas não para Margarida. Dona Colina é um pesadelo para qualquer adolescente do ensino médio, e é também o lugar onde Marga vive, longe da cidade e sendo educada por seus pais. Mas, o destino não a quer ali, então, preparou suas pernas e a chutou para o seu grande pesadelo: A Cidade Grande. Sua vida está ladeira abaixo e seus freios estão quebrados, levando-a para a direção oposta da que realmente quer ir. Mas, e se por acaso a direção oposta der certo? Enfim, o que nos resta é apertar os cintos e ir na direção que o vento levar. No final do arco-íris têm gnomos e pote de ouro, no final do destino de Marga, talvez tenha algo melhor, algo que mexa com seu coração de uma forma única.

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Tudo Acabado.
A primavera é a minha estação do ano favorita. As flores ficam lindas, o céu fica lindo, os animais ficam lindos, tudo fica extremamente lindo!A janela de minha pequena casa mostra a verdadeira face do paraíso. Uma enorme tranquilidade. Posso ver também várias borboletas brincando ao longe. — Marga! –Exclamou mamãe– Quer sair dessa janela e me ajudar com o almoço? –Questionou, ajeitando seu avental. — Claro! –Concordei, com um grande sorriso nos lábios. Ela olha para a janela e solta um longo ar de desgosto.  — Odeio esse lugar. –Murmurou. Mamãe e papai são um tanto opostos. Ele é um cara de interior e ela uma completa patricinha de cidade grande. Ele a trouxe para viver aqui, e assim me tiveram. Ela odeia essa fazenda. — Mas mamãe, aqui é tão lindo e calmo! Olha só como a GineGeni é feliz aqui! –Digo, dando um giro, como s
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Um Adeus Para Dona Colina.
Ao aparecer do sol, minha mãe me acorda, ainda muito animada. Seu sorriso está o mais longo possível.— Animada?! –Questinou, sorrindo muito e quase saltitando.Fecho meus olhos e respiro fundo até não poder mais.— Você não imagina como.— Ótimo, se arrume, o ônibus já vai passar.Parece que ironia não é muito o seu forte.Ela sai do quarto e deixa a porta aberta. Olho para o teto por alguns segundos, na esperança de acordar e tudo ser um sonho.— Acorde Marga, vamos lá! –Aperto meus olhos.Falha.— Droga, vou mesmo embora! –Dou um leve tapa no colchão.Me livro de minhas cobertas e sento em minha cama, p
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Olá, Gavetinha
Ao cair da tarde, o celular não parece ser tão estusiasmante como dizem. Não há nada de interessante. Enquanto meus pais estão ocupados com seus afazeres, encontro-me em meu quarto, pensando em mil coisas que poderia estar fazendo se ainda estivesse em Dona Colina. Brincar com GineGeni seria uma delas.— Será que ela está sentindo minha falta? –Perguntei para mim mesma.Ouço o barulho da cidade. Buzinas, pessoas falando alto e rindo.Não parece um lugar tão perigoso. Como um lugar que aparenta ser tão calmo pode ter um grande número de assaltos? Logo, uma luz se acende em cima de minha cabeça, e uma ideia surge: Por que não dar uma volta de bicicleta para conhecer o novo espaço?Tudo bem que não sei nem andar direito, mas, como dizem, &eacut
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Não Deu Certo.
Linda, bem sucedida, gostosa, cheia de homens em seus pés, essa é a Rihanna. Eu sou só a Margarida, que acaba de acordar e se lembra do que vai acontecer hoje.Cubro minha cabeça com o travesseiro.— Preciso pensar em algo! –Exclamei, olhando para os lados em busca de respostas.Olho para o abajur que fica em cima de uma pequena cômoda, ao lado de minha cama.Tenho uma magnífica ideia. Levanto e vou até a gaveta de meu guarda roupas e pego o termômetro. Volto para minha cama, e esquento o termômetro no abajur, até ficar extremamente quente e coloco na boca. Faço a melhor cara de morta que posso.Ouço passos e logo vejo a maçaneta de meu quarto girar.— Você ainda não está pronta?! –Indagou, me vendo deitada,
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Meus Seios?
 Fico surpresa com a proposta de Marco.— Eu não sei, não avisei meus pais. –Digo, olhando para trás como se procurasse respostas de como iria voltar para casa.Penso em aceitar, mas, me lembro que meus pais me disseram que a cidade grande é um lugar perigoso. Ir com um "estranho" não me parece tão seguro.— Acho melhor não, não te conheço direito. –Digo, me afastando.Ele sorri e coça sua nuca.— Fala sério, está com medo de mim?— Não diria medo, diria que estou me prevenindo mesmo.— Olha pra mim, eu tenho cara de quem te faria algum mal? –Ele diz, colocando as mãos nos bolsos de sua calça, fixando seus olhos nos meus.Tem.

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Dinheiro, Automóveis e Iates.
Já é noite, estamos na mesa de jantar. — Como foi seu primeiro dia? –Meu pai pergunta. — Fiz uma amiga. — Mesmo? O pessoal é legal? — São estranhos. — Por que, filha? –Mamãe questiona. — Vi alguns meninos comendo sal pelo nariz. –Digo com muita naturalidade. Meus pais se olham e arregalam seus olhos. O celular de mamãe toca e ela sai da mesa para poder atender. Após alguns segundos ela regressa. — Tenho uma boa notícia! –Ela diz, animada. Voltamos nossos olhares para ela. __ Você foi aceita no Buon Cibo! Eu sabia que você seria aceita! Graças a Jenevive. Largo meus talheres no prato, com o susto. — Como assim "Fui aceita"? Do que você está falando?! — Sobre o restaurante que você preencheu o
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De Fuça Nos Vidros!
Após voltas e voltas, consigo achar o endereço do Buon Cibo, o famoso restaurante italiano. Por fora, ele aparenta ser um lugar extremamente elegante, com grandes janelas de vidro, pisos e paredes de madeira. Respiro fundo. — Você consegue, Margarida. –Digo para mim mesma, batendo a mão em meu peito. Ao entrar, vou até o balcão, um pouco sem jeito, falar com a atendente. — Oi, eu sou nova... Preenchi um currículo e fui aceita. — Vou chamar o Paolo, um momento. –Ela pega o telefone– (…) Sim, parece ser uma das novas contratadas, (…) certo, entendi. –Ela desliga o telefone– Ele já vai vir. Faço positivo com a cabeça e olho em volta, explorando cada canto com meus olhos. Há coqueiros por alguns cantos e mesas grandes. É como eu imaginava, nunca entraria em um lugar assim como cliente. Aperto meus lábios. Coisa de rico mesmo. Olho para a entrada do restaurante e sorrio ao ver Glenda entrar.  N
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O Não Milagroso, Pózinho Verde.
Entro em minha casa. Como farei para esconder esses machucados?Vou até a cozinha, parece que não tem ninguém em casa. Começo a procurar a pomada para ferimentos.Ouço a porta destrancar e escondo meus braços para trás. É meu pai.— Marga, já está em casa? –Ele sorri e vem em minha direção.— Sim, pois é... –Tento sorrir o mais verdadeiramente possível.Ele cerra seus olhos.— Está tudo bem? Seus olhos estão inchados.Sem pensar, cubro meus olhos com minhas mãos, m
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Beije-me.
𝙼𝚊𝚛𝚌𝚘 ━━━━━━━ •♬• ━━━━━━━   Margarida está atrás do balcão, ela não olha em meus olhos e está abraçando seu próprio corpo. Mas o que tenho a ver com tudo isso? — O que você está dizendo? O que Mercedes fez? –Fico sem entender. — Você é igual a ela, olhe só como a Marga está triste! Diga para sua namoradinha ruiva, com um corpo bonito e lutadora de boxe que mandei isso! A mão direita de Glenda gruda rapidamente em meu rosto, ouço Margarida se assustar. — Qual é o problema de vocês?! –Digo, batendo minha mão no balcão e deixando o dinheiro do Milkshake. Saio do restaurante pisando duro e batendo a porta. Levei um tapa totalmente de graça por algo que a Mercedes fez. Ela realmente tem uma personalidade difícil, o que ela pode ter dito pra Marga para que ela ficasse tão triste?

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FBG. Fugir, Bater ou Gritar.
Não consigo respirar, o vômito em minha garganta continua saindo, Marco está paralisado com a situação.Após ânsias de vômito, Mercedes está parada com a boca aberta, parece não acreditar no que acabou de acontecer.— Eu... Eu não acredito! –Ela diz, suja com meu vômito verde.Minha garganta arde.— M-me desculpe!! Vou te ajudar!! –Digo, sem saber o que fazer.— Não me toque! –Ela bate em minha mão– Sua… Sua… Olhe como me deixou! Que cheiro podre! Marco, como pode ficar com alguém desse tipo, porca, nojenta! Marco olha para Mercedes e encolhe seus ombros, está rindo.— Ei, ei, porca não é nenhum xingamento. –Digo.— E você, sua …!! –Ela olha em volta.Algumas pessoas viram o acontecido, estão comentando e rindo.Mercedes percebe que por minha causa, está passando vergonha, seu rosto branco e que possui sardas começa a ficar vermelho, talvez raiva ou talvez vergonha. — C-calma, não foi de propósito, eu juro
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