"Se não assinar este contrato, está escrito que o seu pai terá de ser meu escravo", disse Adrian, sorrindo."Não gostarias disto para o teu pai diabético, pois não?", perguntou Adrian."Como é que sabe isso?", respondeu ela, rangendo os dentes."Eu faço os trabalhos de casa, querida", disse ele, olhando para o suor que lhe escorria pelo decote."Não me chame assim", disse ela."Como quiseres, querida?", ironizou."Então deixaste a tua vida agitada para me vires provocar?", ironizou ela."Não sou assim tão... ocupado... além disso, a vingança é muito mais importante do que qualquer trabalho que tenha de fazer", sorriu. "Então, vais assinar ou vais dificultar-lhe ainda mais as coisas?", perguntou, apontando para o pai."Quem vai cuidar dele?", disse ela."Assim que assinares isto, o teu pai vai viver feliz para sempre no Dubai." Longe de tudo isso...” Olhou em redor da cozinha e os seus olhos pousaram no telhado com goteiras. "Pobreza", concluiu."Eu ia corrigir isso", defendeu-se ela.
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