KnoxA porta se abriu com violência, quase arrancando as dobradiças, mas isso é o que menos me preocupa.Parada na porta, sinto meu sangue ferver sob a pele, o calor percorrendo minhas veias.Ela se senta ali, cruzando as longas pernas tranquilamente na minha cadeira giratória como se fosse dela.Depois de todos esses anos. O que ela quer? Seja o que for, não vou deixar que ela tenha.Sinto um arrepio na espinha, minhas palmas se fecham em punhos cerrados ao lado do corpo enquanto aqueles olhos azuis lúcidos me encaram. Então, seu rosto se abre em um sorriso açucarado.Não sei o que me irrita mais, a presença dela ou o sorriso no rosto dela.“Mônica, o que você está fazendo aqui?” pergunto, fechando a porta com força. O estrondo ecoou pelas paredes do meu escritório.O sorriso dela se alarga. "Knox, não é assim que se trata alguém especial. Já faz muito tempo", ela sussurra em tom suave e provocador.Ela possui uma elegância que anuncia sua presença, mas que também causa uma sensação
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